O major Hilmar Faulhaber, do Grupamento Especial de Policiamento de Estádios (Gepe) da Polícia Militar do Rio de Janeiro, que comandou o policiamento no clássico entre Vasco e Flamengo, afirmou no domingo (9) que acredita que as bombas atiradas no gramado de São Januário, após o jogo de sábado, provavelmente não estavam com os torcedores no momento da revista para a partida do Brasileirão.
Conforme O Globo, Faulhaber afirma que a quantidade de artefatos era “muito maior” do que em outros jogos e que é possível que tenham entrado em São Januário via funcionários do clube mandante ou vendedores ambulantes. O major, no entanto, ressalta que não houve desleixo por parte da polícia e que não acredita que o clube tenha incentivado esse tipo de ação.
Em nota divulgada ontem, a Polícia Militar ressaltou que a revista “é de responsabilidade do clube, que possui funcionários destinados a isso em todos os pontos de acesso”. Segundo a nota, o Gepe “supervisiona a revista”.
Segundo Faulhaber, desde o início do jogo, as torcidas organizadas do Vasco já estavam “se estranhando”. E que o clima de briga era iminente. O major acredita que torcedores vascaínos premeditaram a confusão e que o episódio pode ter relação com a política interna do clube. Ele também lembrou que a briga não foi entre torcidas rivais, entre Vasco e Flamengo.
A assessoria de imprensa do Vasco informou que “assim como ocorre em várias empresas”, os funcionários do clube “não passam por revista e que alguns, dependendo da função que exercem, são revistados quando deixam o clube. Não quando entram.”
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