Transcrição LOC: DATA DO INÍCIO DA SESSÃO PARA O JULGAMENTO FINAL DO PROCESSO DE IMPEACHMENT DE DILMA SEGUE INDEFINIDA LOC: SENADORES PRÓ-IMPEACHMENT DEFENDEM A CONCLUSÃO DO PROCESSO NO INÍCIO DE SETEMBRO. ALIADOS DA PRESIDENTE AFASTADA QUESTIONAM A PRESSA. REPÓRTER HÉRICA CHRISTIAN. TÉC: O julgamento final contra a presidente afastada Dilma Rousseff poderá ter início a partir do dia 23 de agosto. A acusação já abriu mão de metade do prazo de 48 horas para a entrega do libelo, que são as alegações finais, e da lista de testemunhas. Já a defesa da presidente afastada usará os dois dias a que tem direito. A partir dessa entrega, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, notifica as duas partes e define a data do julgamento. A sessão tem que ser marcada para, no mínimo, dez dias depois. O líder do PMDB, senador Eunício Oliveira, do Ceará, admitiu pressa na conclusão desse processo. Ele confirmou que diversos parlamentares inscritos abriram mão dos discursos na votação da pronúncia para não atrasar os prazos e o julgamento de Dilma acabar até o dia 2 de setembro. (Eunício 12”) É para que a gente não ultrapasse a data do dia 25 para o início do julgamento. O Brasil precisa dar um basta nisso por um lado ou por outro. O Senado tem que tomar uma decisão. O Brasil inteiro espera por isso. A economia espera por isso. REP: A senadora Vanessa Grazziotin, do PC do B do Amazonas, questionou a pressa dos colegas na conclusão do processo ao afirmar que eles temem novas delações no âmbito da Lava Jato. (Vanessa) A conduta deles de tentar apressar o processo não é de agora. É algo repreensível porque na Comissão, eles chegaram a negar o direto da defesa de apresentar as testemunhas e de formar uma comissão que fizesse um trabalho de perícia. Questões que só foram conquistadas graças a uma decisão do Supremo Tribunal Federal. REP: Durante o julgamento, poderão ser ouvidas até 12 testemunhas, seis para cada lado. Mas a acusação já anunciou que vai indicar apenas três. Da Rádio Senado, Hérica Christian.

 Fonte:Agencia Senado